Síndromes de polinização e dispersão de espécies lenhosas em um fragmento de Cerrado sentido restrito na transição Cerrado - Floresta Amazônica

Autores

  • Simone Matias Reis Universidade do Estado de Mato Grosso, Nova Xavantina, Mato Grosso, Brasil.
  • Adriana Mohr Universidade do Estado de Mato Grosso, Nova Xavantina, Mato Grosso, Brasil.
  • Letícia Gomes Universidade do Estado de Mato Grosso, Nova Xavantina, Mato Grosso, Brasil.
  • Mariângela Fernandes Abreu Universidade do Estado de Mato Grosso, Nova Xavantina, Mato Grosso, Brasil.
  • Eddie Lenza Universidade do Estado de Mato Grosso, Nova Xavantina, Mato Grosso, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.17648/heringeriana.v6i2.28

Palavras-chave:

dispersores, efeito de borda, estratificação vertical, polinizadores

Resumo

O objetivo deste estudo foi avaliar a distribuição das síndromes de polinização e dispersão entre borda e interior e entre os estratos verticais de um fragmento de cerrado sentido restrito, Ribeirão Cascalheira, Mato Grosso, Brasil. Foram estabelecidas cinco transecções de 100 x 4m, paralelas e distantes 100m entre si, onde foram medidos a altura e distância da borda de todos os indivíduos com diâmetro à altura do solo ≥ 5cm, considerando borda (primeiros 50m) e interior (últimos 50m) do fragmento. Os indivíduos foram classificados quanto à posição vertical que ocupam (estratos inferior, intermediário e superior) e quanto às síndromes de polinização e dispersão. Entre as 69 espécies amostradas, as síndromes de polinização e dispersão mais frequentes foram melitofilia e zoocoria, respectivamente. Ambas foram predominantes tanto na borda como no interior. Em geral, mais de 50% dos indivíduos localizados na borda e no interior e nos estratos inferior, médio e superior do fragmento tinham síndromes de polinização realizada por abelhas e dispersão por animais. A semelhança entre as síndromes de polinização e dispersão entre borda e interior se deve à elevada similaridade florística entre estes ambientes. A predominância das síndromes de polinização e dispersão realizadas por animais ressalta a importância de corredores ecológicos interligando e consequentemente mantendo a biodiversidade dos fragmentos.

Biografia do Autor

Simone Matias Reis, Universidade do Estado de Mato Grosso, Nova Xavantina, Mato Grosso, Brasil.

Mestranda em Ecologia e Conservação

Adriana Mohr, Universidade do Estado de Mato Grosso, Nova Xavantina, Mato Grosso, Brasil.

Mestranda em Ecologia e Conservação

Letícia Gomes, Universidade do Estado de Mato Grosso, Nova Xavantina, Mato Grosso, Brasil.

Mestranda em Ecologia e Conservação

Mariângela Fernandes Abreu, Universidade do Estado de Mato Grosso, Nova Xavantina, Mato Grosso, Brasil.

Mestranda em Ecologia e Conservação

Eddie Lenza, Universidade do Estado de Mato Grosso, Nova Xavantina, Mato Grosso, Brasil.

Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Conservação

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Publicado

2014-11-12

Como Citar

Reis, S. M., Mohr, A., Gomes, L., Abreu, M. F., & Lenza, E. (2014). Síndromes de polinização e dispersão de espécies lenhosas em um fragmento de Cerrado sentido restrito na transição Cerrado - Floresta Amazônica. Heringeriana, 6(2), 28-41. https://doi.org/10.17648/heringeriana.v6i2.28

Edição

Seção

Artigos Originais

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